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O homem magro e suarento aproximou-se sob o olhar desdenhoso
da prostituta.
Era só a metade do valor e ela não estava disposta.
O que lhe daria ela com o pouco que trazia, pensava ansioso.
Ela andava pelo quarto olhando-o com repúdio e nojo.
Sentou-se junto a mesa permitindo uma aproximação.
Ele ajoelhou a seus pés. Olhando para o chão
levou a mão até a saia dela. Lentamente, tão
lentamente quanto possível. Queria passar desapercebido,
como se olhar da puta pudesse determinar um tempo limite.
Subserviente como um cachorro magro e faminto, farejou as
carnes da puta, avançando os dedos trêmulos em
direção ao talho. Forçou as pernas dela.
Precisava apenas de um pequeno vão para acomodar a
cabeça. Ela cedeu, ele se acomodou. Começou
a fodê-la com a língua. Penetrou-a diversas vezes
sentindo a boceta sumarenta da puta.
Ela segurou-lhe pelos cabelos ensebados, tesuda. Trazia -
o para si. Afundava-lhe a cabeça entre as pernas. Semicerrados
olhos, murmurava palavras desconexas. Pedia para foder-lhe,
pedia muito e se contorcia sob a língua quente dele.
Ela retirou-o da posição de joelhos acomodando-o
entre as pernas. Puxou-lhe as calças com exatidão
criminosa. Ele penetrou as carnes sujas da vagabunda, seus
olhos miravam o rosto disforme dela. Ergueu a cabeça
encarando - a com um sorriso debochado. Ela o queria. Queria
o mendigo desprezível. Ela implorava pela estocada
que não vinha.Ele mantinha-se parado enquanto a puta
rebolava no seu caralho a beira do gozo.
A boceta abocanhava -lhe o membro gulosamente. Ele observava
- o sumir dentro dela.
Estava perto, o gozo se aproximava, a vagina apertava o caralho
em espamos.
Ele retirou o pau sob os palavrões dela. Ergueu a mão
e largou - a na cara da puta. Ela caiu desmaiada a seus pés
enquanto o mendigo às gargalhadas esporrava como um
cavalo pelo seu corpo.
Agora o mendigo era Rei.
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