©michael ackerman

 


O homem magro e suarento aproximou-se sob o olhar desdenhoso da prostituta.
Era só a metade do valor e ela não estava disposta.
O que lhe daria ela com o pouco que trazia, pensava ansioso.
Ela andava pelo quarto olhando-o com repúdio e nojo. Sentou-se junto a mesa permitindo uma aproximação.
Ele ajoelhou a seus pés. Olhando para o chão levou a mão até a saia dela. Lentamente, tão lentamente quanto possível. Queria passar desapercebido, como se olhar da puta pudesse determinar um tempo limite.

Subserviente como um cachorro magro e faminto, farejou as carnes da puta, avançando os dedos trêmulos em direção ao talho. Forçou as pernas dela. Precisava apenas de um pequeno vão para acomodar a cabeça. Ela cedeu, ele se acomodou. Começou a fodê-la com a língua. Penetrou-a diversas vezes sentindo a boceta sumarenta da puta.
Ela segurou-lhe pelos cabelos ensebados, tesuda. Trazia - o para si. Afundava-lhe a cabeça entre as pernas. Semicerrados olhos, murmurava palavras desconexas. Pedia para foder-lhe, pedia muito e se contorcia sob a língua quente dele.
Ela retirou-o da posição de joelhos acomodando-o entre as pernas. Puxou-lhe as calças com exatidão criminosa. Ele penetrou as carnes sujas da vagabunda, seus olhos miravam o rosto disforme dela. Ergueu a cabeça encarando - a com um sorriso debochado. Ela o queria. Queria o mendigo desprezível. Ela implorava pela estocada que não vinha.Ele mantinha-se parado enquanto a puta rebolava no seu caralho a beira do gozo.
A boceta abocanhava -lhe o membro gulosamente. Ele observava - o sumir dentro dela.
Estava perto, o gozo se aproximava, a vagina apertava o caralho em espamos.
Ele retirou o pau sob os palavrões dela. Ergueu a mão e largou - a na cara da puta. Ela caiu desmaiada a seus pés enquanto o mendigo às gargalhadas esporrava como um cavalo pelo seu corpo.
Agora o mendigo era Rei.